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Quanto mais perto da Copa do Mundo, que começa em 12 de junho, maior a procura por novos televisores nas lojas. de todo o país. O Notícias da TV visitou quatro grandes lojas em São Paulo
e perguntou aos vendedores quais são as dúvidas mais comuns de quem
quer trocar de televisor. Em geral, as dúvidas mudam pouco de uma loja
para outra. A seguir, as cinco questões mais frequentes:
1. Qual a diferença entre os televisores com resolução HD e full HD?
Hoje, a maioria das TVs de tela fina à venda nas lojas oferece resolução full HD (1.920 por 1.080 pixels). Essa definição é suficiente para ver as imagens em alta definição dos programas de TV (aberta e paga), serviços de locação virtual (como Netflix), games e discos DVD ou Blu-ray preservando sua máxima qualidade e nitidez.
A
opção pela resolução HD (ou HD ready, com 1.366 por 768 pixels) só está
presente nas TVs de tela menor, quase sempre de até 32 polegadas. Nesse
caso, os preços caem (a diferença pode ultrapassar os R$ 500 para telas
de mesmo tamanho), mas o televisor não consegue se sair tão bem na hora
de exibir imagens. As limitações do painel podem provocar perda de
definição e indesejáveis quadriculamentos da tela, dependendo do
conteúdo.
2. O que vale
mais a pena: TV 3D ou com acesso à internet?
O
recurso 3D, que só funciona com o uso de óculos e carece de conteúdo,
não vingou. Por isso, todos os modelos compatíveis com essa tecnologia
possuem algum tipo de integração com a internet, que hoje é o recurso
mais procurado pelo consumidor. O mais legal desses modelos está na
possibilidade de ver vídeos do YouTube e conectar-se a locadoras
virtuais, como o Netflix, sem precisar de equipamentos adicionais.
Com um plano de internet banda
larga com 1 Mbps ou 2 Mbps, já dá para acessar conteúdos em definição
standard (semelhante a do DVD) sem travamentos ou engasgos. Para
conteúdo HD, a dica é contratar um plano de, pelo menos, 4 Mbps.
3. Existe alguma regra que ajude a escolher o tamanho da TV a partir da distância em relação ao sofá?
Não
existem fórmulas matemáticas para o cálculo das distâncias ideais entre
a TV e o espectador. A solução é recorrer ao bom senso e aos testes
práticos. Para começar, quanto mais alta a resolução do aparelho, menor
poderá ser a distância sem comprometer a qualidade da imagem.
Outra
regra que costuma funcionar é multiplicar a largura da área visível da
tela (sem a moldura) por três. O resultado será a distância aproximada
que se deve manter para garantir um bom envolvimento na visualização de
conteúdo em alta definição.
Para uma TV full HD de 32 polegadas, por exemplo, considere uma
distância média de 2 metros entre a tela e o sofá, ou de 2 metros e
meio a 3 metros para modelos de 40 a 42 polegadas.
Graças
à resolução quatro vezes superior à full HD, as novas (e mais caras)
TVs 4K permitem que o sofá fique bem mais perto da tela (mesmo com 55
polegadas) sem que o espectador possa enxergar os “quadradinhos” de
formação da imagem (pixels). Mas ainda não há conteúdo de TV para esses
televisores.
4. Por que as TVs de plasma custam bem menos do que as de tecnologia LED de mesmo tamanho?
As
TVs de plasma foram pioneiras no segmento de telas finas, mas estão se
despedindo do mercado. Por isso, os modelos à venda nas lojas são mais antigos e não acompanham mais as inovações e recursos das novas TVs de LED, que são a grande aposta dos fabricantes.
Mesmo
assim, se o consumidor quer gastar pouco (há modelos de 50 polegadas
sendo vendidos por menos de R$ 2.000) e vê muitos filmes, as TVs de
plasma podem surpreender no contraste, que é seu maior trunfo. Essas
telas se destacam na reprodução de sequências com imagens escuras
(preservando até os tons mais pretos com fidelidade) e com muito
movimento.
5. Como a taxa de atualização (ou frequência) interfere na qualidade da imagem?
Durante
muito tempo, todas as TVs apresentavam a mesma taxa de atualização da
imagem, com 60Hz. Hoje, não é mais assim. Quanto mais vezes for feita a
leitura de cada quadro da imagem, melhor será a nitidez, principalmente
nas imagens em movimento. Na prática, dá para notar claramente que as
transições de cenas (ou movimentações das câmeras em coberturas
esportivas) nos televisores com taxa de atualização de 120 Hz, 240 Hz e
600 Hz (plasmas) são bem mais suaves e naturais do que nos modelos de 60
Hz.
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